
Escolhi cuidar de crianças com constipação.
Quando famílias chegavam sem um caminho claro.
Sem alguém que ficasse.
A criança sofria — e o problema continuava.
Escolhi cuidar dela.
Sei o que é passar por isso.
Sei o que é um tratamento que não cabe na rotina.
Sei o que pesa uma orientação que ignora o que você vive fora do consultório.
Isso mudou o que eu pergunto. Mudou o que eu escuto.
E mudou o que eu exijo de mim mesma.

A formação foi uma linha que sempre convergiu.
Medicina. Cirurgia Geral. Cirurgia Pediátrica pela Santa Casa de São Paulo.
Em 2013, fui ao Cincinnati Children’s Hospital — um dos centros de referência mundial em cirurgia colorretal pediátrica — para um treinamento em manejo intestinal.
Voltei encantada com o que a especialização profunda pode fazer. Protocolos claros. Subespecialidades que entregam cuidado de outro nível. Uma medicina diferenciada.
E voltei enxergando o que faltava.
O protocolo, quando rígido, engessa. A criança que não responde ao caminho padrão precisa de mais do que o protocolo oferece. Precisava de individualização. De um olhar que vê a criança inteira — não só o intestino.
Minha prática é a síntese dessas duas coisas: a profundidade de quem se dedica a uma só condição, com o olhar que o protocolo não entrega.


A pesquisa também faz parte.
Meu mestrado em Bioengenharia investigou os efeitos da fotobiomodulação sobre bactérias intestinais.
Não é medicina alternativa.
É a busca por recursos com respaldo científico que a medicina está encontrando.
Inovação, para mim, significa isso: ir além do que já está consolidado — com rigor.
O que construí desde então
Cirurgiã Pediátrica com atuação em São José dos Campos.
Prática dedicada ao cuidado da constipação e encoprese infantil.
Especialista em Cirurgia Pediátrica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Pediátrica.

Por que isso importa para você
Não escolhi essa área apesar da dificuldade.
Escolhi por causa dela.
Porque a criança merece o médico que decidiu — sem hesitar — que era exatamente ali que queria estar.
Profundidade é primeira escolha, não último recurso.