Ele some. Você acha atrás da cortina, no canto entre o sofá e a parede, ou parado no meio da sala com o olhar fixo em nada. Está de pé, na ponta dos pés, com as pernas duras e o rosto vermelho. Faz isso por alguns minutos e depois volta a brincar, como se nada tivesse acontecido.
Você já tentou levar ao vaso nessa hora. Ele se debate, chora, endurece o corpo. Sentado, não sai nada. De pé, com fralda, sai.
A leitura mais comum dessa cena é que a criança está fazendo força para evacuar numa posição esquisita. A literatura diz o contrário, e essa inversão muda tudo o que vem depois.
Ele não está fazendo força para sair. Está fazendo força para segurar
A criança que fica de pé, enrijece as pernas, sobe na ponta dos pés, contrai os glúteos e se esconde num canto está executando uma manobra de retenção. É um esforço para não evacuar.
Mulhem, Khondoker e Kandiah descrevem a cena com essas palavras no American Family Physician, em 2022: a criança contrai o esfíncter anal ou os músculos glúteos enrijecendo o corpo para evitar outra evacuação dolorosa, pode se esconder num canto, balançar para frente e para trás ou se agitar a cada vontade de evacuar. E os autores acrescentam a frase que interessa: os pais frequentemente confundem esses comportamentos de retenção com esforço para evacuar.
Essa confusão é tão frequente que chegou a mudar a redação da classificação internacional.
O Roma V, publicado pela Rome Foundation em 2026, explica na justificativa das mudanças de critério por que acrescentou a palavra “esforço” ao critério de retenção: porque o segurar as fezes é frequentemente mal interpretado pelos pais como esforço. Di Lorenzo e colaboradores repetem a mesma justificativa no artigo do Roma V pediátrico publicado na Gastroenterology, também em 2026. O comitê que escreve os critérios diagnósticos reescreveu uma linha para dar conta de um erro de leitura que acontece na sala de estar das famílias.
Se você leu a cena como esforço, você leu como a maioria das pessoas lê, incluindo parte de quem atende. O corpo do seu filho está mandando o sinal certo. O sinal é que tem uma decisão pronta lá dentro, e a decisão é segurar.
E vale dizer o que isso não significa. Retenção tem pouco a ver com birra, com manipulação ou com falta de limite: ela é uma resposta aprendida a uma experiência real de dor. O gatilho costuma ser uma evacuação que doeu de verdade, às vezes numa fissura anal, às vezes num episódio de fezes endurecidas depois de uma mudança de dieta ou de rotina. A criança aprendeu, com razão, que aquilo machuca. Sobre o medo em si, o caminho de leitura é por que meu filho tem medo de fazer cocô.

A posição é um termômetro, não um hábito
Aqui entra uma pergunta que muda a utilidade deste texto: a criança que faz de pé e se recusa a fazer sentada já não está com medo?
Na maior parte das vezes, sim. E é por isso que a posição vale mais como termômetro do que como sintoma isolado.
Sentar é a posição que exige soltar. De pé, com as pernas duras, a criança mantém o controle sobre um ato que ela aprendeu a temer. Então a pergunta útil não é “por que ele faz de pé”, e sim o quanto ele ainda precisa daquela posição. Isso se organiza numa escala, e a escala anda nos dois sentidos.
No degrau mais avançado, a criança fica de pé, enrijece e não sai nada. O episódio termina sem evacuação. Aqui a retenção venceu, e o intervalo entre as evacuações começa a se abrir.
Um degrau atrás, ela fica de pé, escondida, e sai na fralda. O intestino esvazia, o que é uma diferença importante em relação ao anterior. O que ela recusa é o vaso e a posição de entrega, não a evacuação em si.
Mais adiante, ela aceita o banheiro mas pede a fralda para fazer, ou só consegue em casa, ou só com a porta fechada, longe dos olhos da casa.
E no fim, ela senta, com os pés apoiados, e solta.

Cada degrau pede uma conversa diferente. Quando nada sai, a prioridade é o intestino, e discutir o vaso nessa hora é discutir o palco enquanto a peça não pode acontecer. Quando sai na fralda, o intestino está funcionando e o trabalho passa a ser sobre lugar e posição, o que se faz por etapas e sem prazo. E quando ela já senta mas só em casa, o que costuma faltar é ambiente: banheiro de escola, tempo curto, porta que não fecha direito.
Duas coisas se ganham quando se lê assim. A primeira é que dá para saber se está melhorando antes de as fezes mudarem: a criança que passou de “não sai nada” para “sai na fralda, escondido” andou, mesmo que a fralda ainda esteja lá. A segunda é que a conduta muda de degrau para degrau, e tratar todos como se fossem o mesmo é a origem da maior parte da frustração em casa.

Por que justamente agora: o desfralde é o pico
Se isso apareceu na sua casa durante o desfralde, não é coincidência.
Di Lorenzo e colaboradores registram, no artigo do Roma V pediátrico de 2026, que o pico de incidência da constipação acontece na época do treinamento esfincteriano. É o momento em que se pede à criança que faça, num lugar novo, numa posição nova, com plateia, uma coisa que talvez já tenha doído antes.
Some a isso o que costuma acontecer em volta. O desfralde vem junto com mudança de rotina, entrada na escola, troca de alimentação, às vezes um irmão novo. Cada um desses é um motivo conhecido para a primeira evacuação dolorosa. E a resposta natural da família diante da recusa é aumentar a insistência, que é exatamente o que consolida a retenção.
A criança que faz de pé no meio do desfralde não está atrasada no desfralde. Ela está com um problema de intestino que apareceu no meio dele, e o desfralde virou o palco. Quando isso trava de vez, o assunto tem página própria: intestino preso e desfralde.
O ciclo que a posição alimenta
O que a retenção faz ao corpo é conhecido e vale acompanhar devagar, porque é isso que explica por que a coisa piora sozinha.
As fezes que ficam paradas no reto perdem água para a mucosa. Ficam mais duras e mais volumosas. A evacuação seguinte dói mais do que a que ensinou o medo. A criança segura com mais convicção, e cada volta do ciclo aumenta o tamanho do que vai ter que passar. Di Lorenzo e colaboradores descrevem esse encadeamento com essas palavras em 2026, e o Roma V o chama de ciclo vicioso.
Depois de um tempo, o reto distendido perde sensibilidade, e o aviso da vontade enfraquece. Quando existe uma massa impactada, as fezes mais líquidas passam por fora dela e escapam na roupa, o que costuma ser confundido com diarreia.
Duas coisas dessa sequência merecem ficar claras para quem está no meio dela.
A primeira é que a posição de pé não causa a constipação. Ela é o sinal visível de uma retenção que já começou, e alimenta o ciclo ao adiar mais uma evacuação.
A segunda é que a maioria absoluta desses casos não tem doença por trás. Mulhem e colaboradores, no mesmo artigo de 2022, registram que a constipação funcional, sem causa orgânica, responde por 95% dos casos em crianças e adolescentes, e que apenas 5% se explicam por uma condição de base, como doença de Hirschsprung, fibrose cística, síndrome de Down ou malformação anorretal. Isso não dispensa o exame de quem atende, e dispensa a sua noite em claro pesquisando doenças raras.
O que a espera custa quando o ciclo já começou
Existe uma conta correndo enquanto se espera a fase passar.
Tabbers e colaboradores, na diretriz da ESPGHAN e da NASPGHAN publicada no Journal of Pediatric Gastroenterology and Nutrition em 2014, reuniram os dados de prognóstico da constipação funcional. Cerca de 80% das crianças tratadas de forma adequada e cedo no curso do quadro estavam recuperadas, sem uso de laxante, no seguimento de seis meses. Entre as que tiveram atraso no tratamento, esse número foi de 32%.
No Brasil, de Campos, Sandy, Lomazi e Bellomo-Brandão publicaram no Jornal de Pediatria, em 2022, o perfil das crianças que chegam a um serviço terciário com constipação funcional: idade média de 6,4 anos no encaminhamento, e duração média dos sintomas de 4,4 anos.
Quase cinco anos entre o começo e o cuidado especializado. E o começo, em muitas dessas histórias, foi exatamente a cena que você viu esta semana atrás da cortina.
O que fazer com o desfralde de uma criança que segura
Esta é a parte que a maioria dos textos pula, e é onde as famílias mais erram por excesso de boa vontade.
Primeiro, trate o intestino. Depois, o desfralde. Insistir no vaso enquanto as fezes estão endurecidas é pedir que a criança repita a experiência que ensinou o medo. A ordem correta é amolecer e regularizar primeiro, para que a evacuação deixe de doer, e só então trabalhar o lugar onde ela acontece.
Não interrompa o tratamento porque a fralda saiu. A diretriz de Tabbers e colaboradores traz uma recomendação específica sobre isso, baseada em consenso de especialistas: na fase de desfralde, a medicação só deve ser suspensa depois que o desfralde estiver conquistado. Parar antes é a causa mais comum de recaída bem no momento mais delicado.
Tire a pressão do resultado. A via de cuidado publicada por Rodriguez e colaboradores no Clinical Gastroenterology and Hepatology, em 2026, orienta uma a duas sentadas programadas por dia, o uso de habilidades básicas de relaxamento enquanto a criança está no vaso, e reforço positivo para as habilidades de uso do banheiro. Repare no que está sendo reforçado: sentar e relaxar, não produzir. Recompensa por cocô transforma cada sentada num teste que a criança pode reprovar.
Aceite a fralda como etapa, e mova o lugar antes de mover a posição. Se ele só faz de pé e com fralda, o caminho costuma ser por partes: fazer com fralda, mas dentro do banheiro. Depois, com fralda, sentado no vaso. Depois, sem fralda. Cada etapa dessas é uma vitória e merece ser tratada como tal.

Cuide do fora de casa. Muita criança que já senta em casa volta a segurar na escola, e aí o ciclo recomeça pelo lugar. Vale combinar com a escola acesso ao banheiro sem pedir na frente da turma, tempo suficiente e, quando possível, um banheiro com porta que ela consiga fechar sozinha.
Registre. Di Lorenzo e colaboradores recomendam, em 2026, orientar as famílias a reconhecer os comportamentos de retenção e a usar diários para acompanhar as evacuações. Anote o que sai, com que intervalo, e em que degrau da escala ele está. É esse registro que mostra melhora antes de a fralda sair.
E o que não fazer. Não deixe a criança sentada esperando, por longos períodos, que algo aconteça. Não retire a fralda como estratégia para forçar o uso do vaso quando há retenção em curso. Não repreenda pela roupa suja, porque o escape não está sob controle dela. Nenhuma dessas três acelera o processo, e as três aumentam o medo que está mantendo a posição de pé.
Sobre a posição de cócoras, o que a evidência sustenta
Circula muito a ideia de que agachar resolve, e vale separar o que se sabe do que se supõe.
A anatomia é real. O músculo puborretal mantém uma angulação no ponto de junção entre o reto e o canal anal enquanto está contraído, e essa angulação é parte do que segura as fezes. Quando ele relaxa, o ângulo se abre e a passagem fica mais fácil. Elevar os joelhos acima do quadril e inclinar o tronco à frente favorece esse relaxamento. É por isso que o apoio para os pés faz sentido: uma criança pequena sentada num vaso de adulto fica com as pernas penduradas, sem base, e nessa posição é mais difícil relaxar o assoalho pélvico.
O apoio para os pés e a adequação do assento aparecem como orientação prática no consenso da International Children’s Continence Society, publicado por von Gontard e colaboradores em 2022.
As diretrizes pediátricas trazem: sentada no vaso programada, relaxamento e apoio adequado.
O que isso significa na prática: ajustar a posição e apoiar os pés é sensato, barato e não faz mal, e não substitui o tratamento do intestino. Se a criança tem fezes endurecidas e um reto cheio, nenhum banquinho resolve sozinho.
Vale lembrar também que a própria diretriz de 2014 concluiu que a evidência não sustenta terapia comportamental ou biofeedback como tratamento da constipação infantil. O componente comportamental é real e precisa ser cuidado, e ele não é o tratamento.

O que muda quando alguém conduz as duas coisas juntas
Reconhecer a posição é a metade que um artigo entrega. A outra metade é a condução, e ela tem forma que se confere.
Um plano por escrito, com as etapas na ordem, começando pelo esvaziamento do que está acumulado quando ele existe, porque manutenção sobre reto cheio é a origem mais comum do “não funcionou”.
O desfralde dentro do mesmo plano, em vez de virar assunto de outra pessoa. Quem cuida do intestino precisa dizer em que momento a fralda sai, e esse momento depende da consistência das fezes, não do aniversário nem da vaga na escola.
O degrau da escala anotado a cada revisão, porque é ele que mostra movimento quando a fralda ainda não saiu. Passar de “não sai nada” para “sai escondido” é progresso, e uma família que não sabe disso desiste no meio.
Reavaliações marcadas em data, com critérios escritos de ajuste: o que fazer se em duas semanas a forma das fezes não mudar, o que fazer se mudar e a criança continuar de pé, quando a manutenção sai e depois de quanto tempo.
Acesso entre as consultas, porque a dúvida sobre desfralde aparece num domingo à noite.
Isso é garantia de processo. Desfecho não se garante em medicina. O que se pode garantir é que o caminho tenha ordem, que a resposta seja verificada em prazo definido e que a conduta mude quando a verificação disser que precisa mudar.
Pense em como fica a sua casa alguns meses adiante. Ele senta, com os pés apoiados, e aquilo dura menos de um minuto. Sem comemoração, sem plateia, sem alguém prendendo a respiração do lado de fora da porta. A cena atrás da cortina deixou de existir porque deixou de ser necessária, e a fralda saiu como consequência, no tempo dela.
Você não precisou convencer o seu filho a sentar. Precisou tirar o motivo que ele tinha para ficar de pé.
Se o seu filho faz cocô de pé e o desfralde travou aí, conheça o cuidado que eu conduzo. Uma avaliação que olha a criança inteira, com plano escrito, prazos e condução, tratando o intestino e o desfralde como o mesmo assunto, que é o que eles são.
Profundidade é primeira escolha, não último recurso.
Perguntas que as famílias fazem
Meu filho faz cocô de pé. Isso é normal?
É comum, e costuma ter um significado. A criança que fica de pé, enrijece as pernas, sobe na ponta dos pés e se esconde está executando uma manobra para adiar a evacuação. Mulhem e colaboradores descrevem exatamente essa cena no American Family Physician em 2022 e registram que os pais frequentemente a confundem com esforço para evacuar. Vale investigar consistência das fezes e intervalo entre as evacuações antes de tratar como fase.
Ele faz de pé e sai normalmente. Mesmo assim é problema?
Pode ser um degrau intermediário. Se o intestino esvazia e as fezes têm forma normal, o quadro é menos avançado do que o da criança em que nada sai. O que ela recusa é o vaso e a posição, e isso costuma ter medo por trás. Vale acompanhar a consistência e o intervalo, porque é assim que se percebe se está caminhando para retenção.
Posso tirar a fralda para forçar ele a usar o vaso?
Não é o caminho quando há retenção em curso. Tirar a fralda nesse momento costuma aumentar o tempo que a criança segura, e o tempo que ela segura é justamente o que endurece as fezes. A ordem que funciona é tratar o intestino primeiro, para que evacuar deixe de doer, e depois trabalhar o lugar.
Quando devo parar o tratamento, se ele já está desfraldando?
A diretriz de Tabbers e colaboradores, de 2014, traz uma recomendação específica: na fase de desfralde, a medicação só deve ser suspensa depois que o desfralde estiver conquistado. Interromper antes é uma causa frequente de recaída.
Banquinho de apoio para os pés ajuda?
Ajuda a criança a relaxar o assoalho pélvico, e faz sentido anatômico: com os joelhos elevados e o tronco à frente, o ângulo entre o reto e o canal anal se abre. O apoio adequado dos pés aparece no consenso da International Children’s Continence Society (von Gontard e colaboradores, 2022). O que não existe é evidência pediátrica de que a posição, sozinha, trate a constipação. Ela acompanha o tratamento, não substitui.
Ele se esconde para fazer. Isso é vergonha?
Esconder-se é um dos comportamentos de retenção descritos na literatura, junto com ficar na ponta dos pés, cruzar as pernas e enrijecer o corpo. A criança costuma estar procurando um lugar onde possa segurar sem interrupção, e não um lugar onde ninguém a veja. Vergonha pode aparecer depois, principalmente quando já houve repreensão por roupa suja.
Isso apareceu no desfralde. É culpa do desfralde?
O momento não é coincidência. Di Lorenzo e colaboradores registram, em 2026, que o pico de incidência da constipação acontece na época do treinamento esfincteriano. O desfralde costuma ser o palco, e não a causa: ele junta lugar novo, posição nova, plateia e, com frequência, uma evacuação que doeu antes.
Quando é sinal de alarme?
Atraso na eliminação do mecônio ao nascer, sangue nas fezes fora do contexto de fissura, distensão importante da barriga, perda de peso, febre sem explicação, alterações neurológicas ou na região sacral, ou início do quadro no primeiro mês de vida. Qualquer um deles pede investigação antes de assumir um quadro funcional. Na ausência deles, a constipação funcional responde por 95% dos casos, segundo Mulhem e colaboradores (2022).
Referências
- Mulhem E, Khondoker F, Kandiah S. Constipation in children and adolescents: evaluation and treatment. American Family Physician. 2022;105(5):469-478. Buscar no PubMed
- Rome Foundation. Rome V: Disorders of Gut-Brain Interaction. 2026. Capítulo pediátrico, H2a Functional Constipation e Justification for Changes in Criteria. Buscar no PubMed
- Di Lorenzo C, Saps M, Chumpitazi BP, et al. Lower and biliary disorders of gut-brain interaction: child and adolescent. Gastroenterology. 2026;170(6):1367-1387. Buscar no PubMed
- Rodriguez L, Ambartsumyan L, Baumgartner K, et al. American Gastroenterological Association-North American Society for Pediatric Gastroenterology, Hepatology and Nutrition pediatric functional constipation clinical care pathway. Clinical Gastroenterology and Hepatology. 2026. Buscar no PubMed
- Tabbers MM, DiLorenzo C, Berger MY, et al. Evaluation and treatment of functional constipation in infants and children: evidence-based recommendations from ESPGHAN and NASPGHAN. Journal of Pediatric Gastroenterology and Nutrition. 2014;58(2):258-274. Buscar no PubMed
- von Gontard A, Hussong J, Yang SS, Chase J, Franco I, Wright A. Neurodevelopmental disorders and incontinence in children and adolescents. Neurourology and Urodynamics. 2022;41(1):102-114. Buscar no PubMed
- de Campos GRC, Sandy NS, Lomazi EA, Bellomo-Brandão MA. Management of children with functional constipation referred to tertiary care. Jornal de Pediatria. 2022;98(3):289-295. Buscar no PubMed
- Kilgore A, Khlevner J. Functional constipation: pathophysiology, evaluation, and management. Alimentary Pharmacology & Therapeutics. 2024;60 Suppl 1:S20-S29. Buscar no PubMed
Material educativo. Não substitui avaliação médica individualizada.

MÉDICA · CRM-SP 135729 · Cirurgia Pediátrica · RQE 49179
Prática dedicada ao cuidado da constipação infantil.
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