A prescrição está na bancada da cozinha há quatro dias. E a semana ficou pior que a anterior: a roupa suja mais vezes do que sujava antes, a barriga dói, e ontem seu filho chorou no banheiro de um jeito que você ainda não tinha visto.
Existe uma pergunta que pode aparecer no início do tratamento da constipação: será que eu estou fazendo mal para o meu filho?
Você não está. O que está acontecendo tem explicação.
O início do tratamento da constipação infantil serve para tirar o que ficou retido lá dentro, e enquanto tira, sai mais.
A bagunça dos primeiros dias é o trabalho acontecendo. E a data para avaliar se ele está funcionando é a segunda semana, na recomendação da diretriz europeia e americana.
Os primeiros dias em casa, e o que não espera até amanhã

Antes da explicação sobre o início do tratamento da constipação infantil, atenção.
Quem avalia uma criança é quem está com ela na frente, e a lista abaixo serve para decidir quando procurar essa avaliação.
Leve ao pronto atendimento no mesmo dia se aparecer:
- vômito repetido, principalmente se vier esverdeado
- barriga distendida e dura, que dói ao toque
- criança prostrada, que não quer levantar nem brincar
- sangue nas fezes em quantidade que passe de um risco no papel
- febre junto com dor de barriga forte
- dor que não cede e não deixa a criança dormir
Fale com quem prescreveu ainda esta semana, sem esperar a data marcada, se a criança passou a recusar líquido, se não evacuou nada nos primeiros dias apesar do tratamento, ou se você não está conseguindo dar a medicação porque ela cospe, chora ou se recusa. Esse último item é comum, e costuma não chegar ao médico.
Fora dessa lista, o desconforto dos primeiros dias entra no esperado: mais evacuações, fezes moles, cólica leve, mais escape na roupa, criança irritada. Nada do que vem depois desta seção substitui a linha de corte acima.
O início do tratamento da constipação infantil tem um trabalho só: tirar o que já está lá
Quando uma criança convive há meses com dor para evacuar, ela aprende a segurar.
Os critérios de Roma V, de 2026, descrevem esse começo de um jeito quase simples: o gatilho é o instinto de evitar evacuar quando dói. Daí em diante a mucosa do intestino continua absorvendo água das fezes que ficaram, elas endurecem mais, e a próxima dói mais que a anterior.

O que fica retido se acumula, e o reto se acomoda ao volume: estica, e vai perdendo sensibilidade. Com o reto esticado assim, a vontade de evacuar deixa de chegar como chegava. E o que já está lá dentro, amolecido nas bordas, escapa em volta da massa endurecida e aparece na roupa sem que a criança perceba.
Esse é o quadro que existe no dia em que o tratamento começa: um intestino cheio, um reto esticado e uma sensibilidade diminuída.
Por isso a primeira etapa do plano tem um alvo só: esvaziar.
A via clínica de constipação funcional pediátrica publicada em 2026 pela Associação Americana de Gastroenterologia e pela Sociedade Norte-Americana de Gastroenterologia, Hepatologia e Nutrição Pediátrica descreve o tratamento medicamentoso em três fases, nesta ordem:
- identificar e tratar a impactação,
- manter,
- e depois retirar.
E registra que avaliar e tratar a impactação antes de estabelecer a manutenção leva a desfechos melhores.
A forma de fazer isso é decisão de quem prescreve, e existe mais de um caminho com eficácia semelhante. Escrevi sobre a comparação entre as duas formas de esvaziamento numa página própria.
O que interessa aqui é o que essa escolha significa dentro da sua casa. Esvaziar um intestino que passou meses acumulando produz a cena que você está vendo.

Por que sai mais, sai mole e suja mais nos primeiros dias
Se você tirou dias de folga imaginando que a criança estaria melhor já na segunda-feira, a semana provavelmente não saiu como você planejou. A fase inicial costuma sujar mais roupa que as outras duas.
Os critérios de Roma V registram que uma das formas de esvaziamento produz mais escape e mais fezes aquosas durante o procedimento, com eficácia equivalente à outra.
Traduzindo para a cena da sua casa: mais roupa para lavar durante alguns dias é o formato conhecido do início do tratamento da constipação infantil.
Tem uma segunda coisa acontecendo ao mesmo tempo. O reto que estava esticado começa a esvaziar e a voltar de tamanho.
A sensibilidade que se perdeu demora mais para voltar do que as fezes demoram para amolecer. Nesse intervalo, a criança ainda não sente direito a vontade chegando, e continua tendo escape. O cocô já está mole e o aviso ainda não voltou.
Essa é a etapa que o resto do plano existe para cuidar.
A dor não vai embora no mesmo dia em que o cocô amolece
A essa altura você provavelmente está pensando que, com as fezes já moles, a criança devia parar de fugir do banheiro.
É o raciocínio razoável, e é o que costuma decepcionar na primeira semana. É importante entender essa parte, para não desanimar durante o caminho.
O medo de doer vem de meses de evacuações que doeram, e responde a essa memória. Uma revisão de 2024 descreve o objetivo da fase seguinte, a manutenção, numa frase que diz o essencial:
manter as fezes moles para que evacuar seja menos doloroso e menos assustador.
Tirar o medo leva mais tempo que amolecer o cocô. O corpo precisa acumular experiências novas, várias, sem dor, antes de a criança soltar o que aprendeu.
Uma semana de fezes moles não desfaz seis meses de fezes que machucaram.
Enquanto isso, ela costuma continuar cruzando as perninhas, se escondendo atrás do sofá, pedindo fralda, dizendo que não está com vontade.
Você vai ver o comportamento antigo em cima de um intestino que já começou a mudar.
Nessas semanas a rotina do vaso e a forma como a família reage a cada tentativa fazem parte do tratamento.
Os critérios de Roma V colocam a educação da família no mesmo patamar de importância da terapia medicamentosa, e nomeiam o que entra nela:
- reconhecer os comportamentos de retenção,
- usar diário para registrar as evacuações
- e reconhecer com a criança as evacuações bem-sucedidas.
O que costuma mudar antes do cocô, e que a família não liga ao intestino
Tem algumas mudanças que acontecem nessa fase que costumam passar despercebidas.
A dor de barriga é o caso mais claro. Os critérios de Roma V registram que ela aparece em até 65% das crianças que chegam com um distúrbio de defecação, e que boa parte melhora depois que a constipação é tratada.
A mesma coisa está descrita para o apetite fraco, a sensação de estar cheio logo nas primeiras garfadas, a barriga estufada e alguns sintomas urinários.
Se o seu filho come pouco há meses, se reclama de dor de barriga na porta da escola, se faz xixi na cama, é comum que essas coisas tenham sido tratadas como assuntos separados.
Mas elas costumam andar juntas, e nas primeiras semanas de tratamento algumas delas começam a ceder antes de o cocô se organizar.
Cabe o limite. Esses sintomas não bastam sozinhos para diagnosticar constipação, e a melhora deles não dispensa avaliar cada um por si. Dor de barriga, xixi na cama e apetite fraco continuam pedindo consulta própria mesmo com o intestino melhorando.

Duas semanas é a primeira data que a diretriz marca
A recomendação da diretriz europeia e americana é avaliar a eficácia do tratamento depois de duas semanas, para intensificar o que for preciso. Essa é a primeira data de julgamento que existe no desenho, e ela vale para o curso esperado: os sinais da primeira lista não esperam data nenhuma.
Antes dela, o terceiro dia e a primeira noite ruim são informação para ajustar. Quem prescreveu precisa saber como foram esses dias, e é por isso que anotar pode mudar o plano.
E aqui cabe a pergunta honesta, que é a que eu faria no seu lugar: e se ao fim das duas semanas nada tiver mudado?
Aí o desenho continua, com a quantidade ou a combinação ajustada por quem prescreve. A intensificação está prevista na própria diretriz.
Parar o tratamento e concluir que ele não serviria são coisas diferentes. Um tratamento interrompido no quinto dia não chega a ser testado.

Começar a manutenção sem esvaziar antes é a primeira das quatro práticas
Se o seu filho já tentou tratamento antes e você lembra de ter dado o remédio por semanas sem que nada mudasse, essa seção é sobre isso.
A constipação funcional é reconhecidamente subtratada, e a literatura sabe os momentos em que isso acontece.
São quatro práticas, e nenhuma delas é uma pessoa:
- começar a manutenção sem esvaziar antes,
- quantidade de medicação abaixo do que a diretriz recomenda ou fixa sem ajuste,
- parar cedo demais,
- e ninguém ter explicado por que o remédio precisa continuar depois da melhora.
As duas primeiras podemos mostrar em número. Um estudo americano acompanhou 119 crianças de 2 a 7 anos no primeiro episódio de constipação, da consulta até dois meses depois. Em 35% dos casos, o tratamento começou pela medicação de manutenção, sem a etapa de esvaziar antes. Em 5% dos casos a família saiu orientada sobre como ajustar a quantidade conforme a resposta da criança.
Dois meses depois, 37% dessas 119 crianças continuavam constipadas. As que passaram por alguma forma de esvaziamento antes da manutenção responderam melhor. O desenho descrito ali continua valendo: uma etapa que falta faz a etapa seguinte entregar menos do que entregaria.
A terceira prática, parar cedo demais, é assunto da fase de retirada, e escrevi sobre ela numa página própria. A quarta aparece menos e pesa igual. A via clínica de 2026 registra que explicar à família a segurança do uso prolongado do laxante faz parte do tratamento, porque é o que sustenta a adesão. Num levantamento separado, com 115 crianças em tratamento, 37% estavam aderentes.
Na diretriz europeia e americana, cerca de 80% das crianças tratadas adequadamente no início do quadro estavam recuperadas e sem laxante em seis meses, contra 32% das que começaram tarde. São números de grupo; não dizem o que vai acontecer com uma criança. Dizem que o tempo pesa, e que a forma como se começa pesa junto.
O que você vê em casa é o que ajusta o tratamento
Nas primeiras semanas do início do tratamento da constipação infantil, quem tem os dados é você.
Quatro coisas valem registro, e elas cabem numa nota do celular:
- a consistência das fezes, mais do que o número de vezes: endurecida, formada, pastosa ou líquida
- os episódios de escape na roupa, com o horário aproximado
- a dor: se apareceu, em que momento, se cedeu sozinha
- a medicação: se foi possível dar, e o que atrapalhou quando não foi
O último item aparece pouco na conversa e muda muito a conduta. Quando a criança cospe, sente o gosto ou briga na hora, o tratamento que acontece é diferente do que foi prescrito, e um tratamento que não aconteceu não pode ser avaliado.
Um estudo sueco entrevistou quinze pais que davam o tratamento em casa. O que apareceu com força foi a dúvida: a sensação de estar agindo contra a própria vontade, de virar outra pessoa na hora de segurar a criança, e o peso de não saber se aquilo era cuidar. Numa dessas casas o tratamento parou por causa dessa dúvida.
Se essa cena é a sua, você não fez nada errado. O plano é que precisa mudar, e plano se muda em consulta.
E cabe dizer o que não se resolve daqui.
Ajuste de conduta não se faz por texto de blog. Aqui você ganha o vocabulário para descrever o que está acontecendo a quem cuida do seu filho.
Em muitas famílias, o pediatra que já acompanha resolve a fase inicial com a orientação certa, e a consulta com outra pessoa não chega a ser necessária.
Onde estão as outras fases, e os assuntos vizinhos
Esta página trata do início do tratamento da constipação infantil, a primeira das três fases. Se você já está adiante no caminho, as outras duas te servem melhor hoje:
- Quando parar o laxante infantil, sobre a retirada e os critérios que a antecedem
- O vale no tratamento da constipação infantil, sobre os meses do meio e a recaída
Se o escape na roupa for hoje a parte mais pesada da sua semana, a cueca suja sem a criança perceber explica o mecanismo em detalhe. E se a sua dúvida ainda é anterior a tudo isso, o que causa a constipação na criança.
Onde a chance se decide nos três primeiros meses
O ponto de chegada disso tudo é uma cena que não chama atenção nenhuma. Uma criança que faz cocô sem pensar nisso não sabe que está fazendo nada: larga o brinquedo no meio da sala, vai, volta, e continua de onde parou. Ninguém perguntou, ninguém lembrou. Em outra casa isso passaria despercebido. Na sua, você vai reparar.

O caminho até lá passa pelos três primeiros meses, e atravessá-los é mais fácil sabendo antes o que acontece em cada um.
Minha prática é dedicada ao cuidado da criança com constipação e incontinência fecal por transbordamento (encoprese). Sou cirurgiã pediátrica, e conduzo o caso por inteiro: a história completa da criança, o plano por escrito, e as reavaliações sempre que necessárias.
O caminho tem quatro etapas, e ele é o mesmo para as famílias que chegam: avaliação a fundo da história inteira, esvaziamento quando o quadro pede, manutenção com ajustes conforme a criança responde, e alta orientada, com o que fazer se o quadro der sinal de volta.
No calendário, isso tem forma. Consulta inicial com a história inteira e o plano definido por escrito. Uma reavaliação por volta de um mês, para acompanhar a resposta e ajustar a conduta. Outra por volta de dois meses.
E acompanhamento por mensagem, direto comigo, desde a primeira semana: o que você observa em casa chega a quem conduz o caso e vira parte do tratamento. Por mensagem se orienta a adesão e o dia a dia do plano; mudança de conduta se faz em consulta.
O esforço muda de lugar. O trabalho de decidir quando intensificar, quando esperar e quando mudar de rota sai das suas mãos e vai para as minhas. O seu trabalho passa a ser o que depende de você: olhar o seu filho e me contar o que viu.
Digo desde a primeira consulta que o caminho é longo para muitas famílias, que a constipação funcional recidiva, e que o tratamento pede tempo e adesão. Digo porque a explicação dada no começo é o que segura a família até o fim.
Não se comprime o tempo de cuidado de uma criança sem comprometer o resultado.
Muitas famílias chegam aqui como último recurso. O trabalho é para que a próxima não precise chegar assim.
Se quiser entender se esse cuidado faz sentido para a sua família, conheça como funciona o acompanhamento.

MÉDICA · CRM-SP 135729 · Cirurgia Pediátrica · RQE 49179
Prática dedicada ao cuidado da constipação infantil.
Perguntas frequentes
É normal a criança sujar mais a roupa depois de começar o tratamento da constipação?
Sim, e faz parte da primeira fase. Enquanto o que ficou retido se desfaz, o que já está amolecido escapa em volta da massa endurecida e aparece na roupa. Os critérios de Roma V registram que uma das formas de esvaziamento produz mais escape e mais fezes aquosas durante o procedimento. Isso dura dias, e não meses.
Quanto tempo o início do tratamento da constipação infantil leva para fazer efeito?
A recomendação da diretriz europeia e americana é avaliar a resposta depois de duas semanas, para intensificar o que for preciso. Antes disso, o que acontece em casa é informação para ajustar, e não veredicto sobre o tratamento. A exceção são os sinais de alarme, que não esperam data nenhuma.
O que é a desimpactação intestinal em crianças e por que ela vem antes?
É a etapa que retira as fezes acumuladas no reto e no cólon antes de começar a manutenção. A via clínica publicada em 2026 pela Associação Americana de Gastroenterologia e pela Sociedade Norte-Americana de Gastroenterologia, Hepatologia e Nutrição Pediátrica registra que avaliar e tratar a impactação antes de estabelecer a manutenção leva a desfechos melhores. Quem indica e escolhe a forma é quem prescreve.
Meu filho está com cólica depois que começou o tratamento. É esperado?
Cólica leve nos dias do esvaziamento entra no esperado. Barriga distendida e dura que dói ao toque, dor que não cede, vômito repetido, criança prostrada ou febre junto com dor forte não entram, e pedem atendimento no mesmo dia.
A criança continua com medo do vaso mesmo com o cocô mole. Por quê?
Porque o medo foi aprendido ao longo de meses de evacuações que doeram, e responde a essa memória. Amolecer as fezes é rápido; desassustar leva mais tempo, e depende de a criança acumular experiências novas sem dor. É esperado ver o comportamento antigo em cima de um intestino que já começou a mudar.
Posso parar o tratamento se não vi melhora na primeira semana?
Essa decisão é de quem prescreve, e a diretriz marca a avaliação para depois de duas semanas. Um tratamento interrompido no quinto dia não chega a ser testado. O que ajuda é levar o registro desses dias a quem conduz o caso, para que a conduta seja ajustada com informação.
O que eu devo anotar para levar na próxima consulta?
A consistência das fezes, mais do que o número de vezes: endurecida, formada, pastosa ou líquida. Os episódios de escape na roupa, com o horário aproximado. Se apareceu dor, em que momento e se cedeu sozinha. E se foi possível dar a medicação, com o que atrapalhou quando não foi. O último item aparece pouco na conversa e muda muito a conduta.
Meu filho tem dor de barriga e xixi na cama. Isso melhora junto com a constipação?
Os critérios de Roma V registram que a dor abdominal aparece em até 65% das crianças que chegam com um distúrbio de defecação, e que boa parte melhora depois que a constipação é tratada. O mesmo está descrito para apetite fraco, saciedade precoce, barriga estufada e alguns sintomas urinários. Isso não dispensa avaliar cada um deles por si.
Referências
As fontes deste texto, se você quiser conferir ou levar à consulta.
- Di Lorenzo C, Saps M, Chumpitazi BP, et al. Lower and Biliary Disorders of Gut-Brain Interaction: Child and Adolescent. Gastroenterology. 2026;170(6):1367-1387. (Critérios de Roma V, capítulo pediátrico. A observação sobre escape e fezes aquosas durante o esvaziamento é citada aí a partir de Bekkali, 2009.) PubMed
- Rodriguez L, Ambartsumyan L, Baumgartner K, et al. American Gastroenterological Association and North American Society for Pediatric Gastroenterology, Hepatology and Nutrition Pediatric Functional Constipation Clinical Care Pathway. Clinical Gastroenterology and Hepatology. 2026. PubMed
- Tabbers MM, DiLorenzo C, Berger MY, et al. Evaluation and treatment of functional constipation in infants and children: evidence-based recommendations from ESPGHAN and NASPGHAN. Journal of Pediatric Gastroenterology and Nutrition. 2014;58(2):258-274. (Os percentuais de 80% e 32% são citados nesta diretriz a partir de van den Berg, 2005, e Bongers, 2010; a diretriz não declara o tamanho das duas amostras.) PubMed
- Fedele F, Fioretti MT, Scarpato E, Martinelli M, Strisciuglio C, Miele E. The ten “hard” questions in pediatric functional constipation. Italian Journal of Pediatrics. 2024;50:64. PubMed
- Borowitz SM, Cox DJ, Kovatchev B, Ritterband LM, Sheen J, Sutphen J. Treatment of childhood constipation by primary care physicians: efficacy and predictors of outcome. Pediatrics. 2005;115(4):873-877. (Coorte de 119 crianças de 2 a 7 anos no primeiro episódio, era anterior às opções de medicação hoje disponíveis.) PubMed
- Vriesman MH, Koppen IJN, Camilleri M, Di Lorenzo C, Benninga MA. Management of functional constipation in children and adults. Nature Reviews Gastroenterology & Hepatology. 2020;17:21-39. (Os 37% de adesão vêm de um levantamento com 115 crianças, citado nesta revisão.) PubMed
- Flankegård G, Mörelius E, Duchen K, Rytterström P. Experiences of parents who give pharmacological treatment to children with functional constipation at home. Journal of Advanced Nursing. 2020;76(12):3519-3527. (Estudo fenomenológico com 15 pais.) PubMed
- Mulhem E, Khondoker F, Kandiah S. Constipation in Children and Adolescents: Evaluation and Treatment. American Family Physician. 2022;105(5):469-478. (Fonte da terceira prática: a manutenção dura no mínimo dois meses, e as recaídas são comuns.) PubMed
- de Campos GRC, Sandy NS, Lomazi EA, Bellomo-Brandão MA. Management of children with functional constipation referred to tertiary care. Jornal de Pediatria. 2022;98(3):289-295. (79 crianças acompanhadas entre 2006 e 2019 num centro universitário brasileiro.) PubMed
- Bongers MEJ, van Wijk MP, Reitsma JB, Benninga MA. Long-term prognosis for childhood constipation: clinical outcomes in adulthood. Pediatrics. 2010;126(1):e156-e162. (Coorte holandesa com seguimento até a vida adulta.) PubMed
Material educativo. Não substitui avaliação médica individualizada.
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